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21 livros de viagem para se inspirar e aprender a viajar mais

Ta precisando de inspiração? Preparei uma lista com livros incríveis que vão te fazer viajar sem sair de casa. Alguns vão te preparar a viajar mais e melhor.

Sal Paradise é o narrador de ‘On the road – pé na estrada’. Ele vive com sua tia em Nova Jersey, Estados Unidos, enquanto tenta escrever um livro. Em Nova Iorque, conhece um andarilho de Denver de personalidade magnética chamado Dean Moriarty. Dean é cinco anos mais novo que Sal, mas compartilha o seu amor por literatura e jazz e a ânsia de correr o mundo. Tornam-se amigos e, juntos, atravessam os Estados Unidos, de New Jersey até a Costa Oeste, deparando-se com os mais variados tipos de pessoas, numa jornada que é tanto uma viagem pelo interior de um país pela Rota 66 quanto uma viagem de auto-conhecimento – de uma geração assim como dos personagens.

Vagabonding é sobre tirar uma folga de sua vida normal – de seis semanas a quatro meses a dois anos – para descobrir e experimentar o mundo em seus próprios termos. O viajante veterano Rolf Potts mostra como qualquer pessoa armada com um espírito independente pode realizar o sonho de longas viagens ao exterior. Potts fornece as informações necessárias sobre:

• financiar seu tempo de viagem

• determinando seu destino

• ajustando-se à vida na estrada

• trabalho e voluntariado no exterior

• lidar com as adversidades da viagem

• re-assimilação de volta à vida cotidiana

Não apenas um plano de ação, o vagabundo é uma visão da vida que enfatiza a criatividade, a descoberta e o crescimento do espírito.

Navegando ao lado dos peixes, entretendo conversas com gaivotas e tubarões, remando no meio de uma creche de baleias, Cem dias entre céu e mar é o relato de uma travessia absolutamente incomum: mais de 3500 milhas (cerca de 6500 quilômetros) desde o porto de Lüderitz, no sul da África, até a praia da Espera no litoral baiano, a bordo de um minúsculo barco a remo. Verdadeira odisséia moderna, neste livro Amyr Klink transporta o leitor para a superfície ora cinzenta, ora azulada do Atlântico Sul, tornando-o cúmplice de suas alegrias e seus temores, ao mesmo tempo em que narra, passo a passo, os preparativos, as lutas, os obstáculos e os presságios que cercaram a extraordinária viagem.

Narrativa verídica sobre sonhos de juventude que se transformam em pesadelo. O corpo em decomposição de um jovem é encontrado no Alasca. A polícia descobrirá que se trata do filho de uma família rica do Leste americano. Na natureza selvagem, de Jon Krakauer, autor do best-seller No ar rarefeito, traz uma história real. O corpo em decomposição de um jovem é encontrado no Alasca. A polícia descobre que se trata de um rapaz de família rica do Leste americano que largou tudo, se internou sozinho na aridez gelada e morreu de inanição. Quem era o garoto? Por que foi para o Alasca? Por que morreu? Para responder a essas e outras perguntas, Jon Krakauer refaz a trajetória de Chris McCandless, revelando a América dos que vivem à margem, pegando carona ou circulando em carros velhos, vivendo em acampamentos e cidades-fantasmas. Mergulha no mundo da cidadezinha rural, onde homens rudes bebem e conversam sobre o tempo e a colheita. Compara a história do jovem com a de outros aventureiros solitários que tiveram fim trágico. O resultado é uma narrativa envolvente, por vezes amarga, em que os sonhos da juventude se transformam em pesadelo. Nova edição com posfácio inédito do autor.

A história real de um rapaz que conversou com crianças que cruzaram seu caminho, numa viagem de volta ao mundo, para aprender com elas a manter-se jovem. Era para ser uma viagem de dois melhores amigos. Mas algo acontece com um deles, Louiz, e o sonho do passeio conjunto é desfeito. Felipe, o outro amigo, autor desta obra, percebe que os outros antigos amigos da escola estavam atolados em suas próprias rotinas nos estudos, no trabalho ou mesmo em relacionamentos sufocantes. A juventude, tão efêmera, estava ficando para trás. Era preciso resgatá-la, e ele vai em busca do sonho que também tanto motivara Louiz.

Nascido da ânsia da autora de fazer algo impactante na vida de outras pessoas, o projeto Do For Love foi uma idealização que se transformou em uma viagem de voluntariado e autoconhecimento pela Tailândia, Camboja e Vietnã. Procurando testar seus limites e ajudar os outros de maneira espontânea e verdadeira, Letícia Mello mergulhou em um mundo diferente do seu e conseguiu, de modo divertido e sincero, se conectar a pessoas e lugares que antes pareciam tão distantes. Uma história leve e emocionante que vai te tocar de várias formas.

Uma aposta foi o bastante para Phileas Fogg e seu fiel escudeiro, Jean Passepartout, embarcarem em uma das maiores aventuras da literatura mundial, nos moldes da narrativa fantástica de Júlio Verne. O escritor francês, um dos precursores da moderna ficção-científica, narra a história de um inglês metódico, que decide dar a volta ao mundo em oitenta dias, no ano de 1872, pelo suposto motivo de uma aposta selada com alta quantia de dinheiro. Ao colocar o pé no mundo, Fogg encara diversas aventuras típicas da imaginação sinistra de Verne. Oceanos, navios a vapor, estradas de trens, selvas e até viagem sobre elefantes compõe essa jornada. Publicado em 1873, esta obra tem destaque relevante na bibliografia deste autor que, em meio aos seus romances de aventura, pressagiou diversos avanços científicos e tecnológicos da humanidade. A volta ao mundo em 80 dias leva-nos a lugares onde nunca pensamos estar e nos faz acreditar numa fantasia possível de se concretizar.

Aos 22 anos, Cheryl Strayed achou que tivesse perdido tudo. Após a repentina morte da mãe, a família se distanciou e seu casamento desmoronou. Quatro anos depois, sem nada a perder, tomou a decisão mais impulsiva da vida: caminhar sozinha cerca de 1.770 quilômetros pela costa oeste dos Estados Unidos, do deserto de Mojave, no sul da Califórnia, atravessando Oregon até o estado de Washington. Cheryl não tinha experiência em caminhadas de longa distância e a trilha era pouco mais que uma linha num mapa. Mas guardava uma promessa – a promessa de juntar os pedaços de uma vida em ruínas. O relato de Cheryl captura a agonia, tanto física quanto mental, de sua incrível jornada; como a enlouqueceu e assustou e, principalmente, como a fortaleceu. Livre é uma história de sobrevivência e redenção, um retrato pungente do que a vida tem de pior e de melhor.

A viagem relatada em Mar sem fim começa numa data curiosa: 31 de outubro de 1998, Dia das Bruxas. Foi nesse dia que Amyr Klink deixou a mulher, Marina, e as filhas em Paraty, decidido a realizar o grande projeto de sua vida: sua primeira volta ao mundo, realizada nas águas da Convergência Antártica – notável e precisa fronteira entre as águas frias do Norte e as águas geladas da Antártica. Ali estão os mares mais perigosos do planeta. Um percurso considerado um desafio, mesmo com os equipamentos sofisticados da navegação moderna. Amyr foi o primeiro a realizá-lo, navegando sozinho no veleiro Paratii.Foram 141 dias no mar. Um verão inteiro viajando em latitudes onde o sol nunca se esconde, enfrentando um mar temperamental, às vezes extremamente violento, com períodos de nenhuma visibilidade, muito gelo, vento forte, e o tempo todo submetido a uma rotina que não permitia mais do que cinco horas de sono não contínuo por dia. Dezoito mil milhas navegadas, 12.240 das quais sem pisar em terra, e com muitos sustos, como quando por pouco não ocorre uma colisão entre o Paratii e um gigantesco iceberg. O réveillon de Amyr, em meio a uma tempestade aparentemente eterna, tem um sabor de pesadelo. E, ao mesmo tempo, o deslumbramento: miragens de ilhas, a visão de um cachalote e da rica fauna marinha.Essa é a viagem que o leitor acompanha neste livro, que contém três cadernos especiais com 53 ilustrações da fauna da região, fotos, mapas da Antártica feitos especialmente para esta edição pelo artista plástico Sírio Cansado, e ainda desenhos do Paratii. Mar sem fim teve o patrocínio da PETROBRAS.

Guilherme Canever traz na genética o gosto pela viagem. Viagens por lugares pouco explorados, por culturas diferentes, por terras inóspitas, viagens pelo mundo e para dentro de si. Formado em Engenharia Florestal, largou uma carreira promissora em um a grande corporação para aventurar-se em um período sabático e partiu rumo a novas descobertas. Entre trens, barcos, lotações, ônibus, caminhões, jipes e muitas caronas, trilhou por caminhos incertos que o levaram da Cidade do Cabo, na África do Sul, até Mascate, em Omã. Passou pela Namíbia, Botsuana, Zâmbia, Moçambique, Malaui, Burundi, Etiópia, Djibuti, Somalilândia e tantos outros países pouca gente mal consegue localizar no mapa. Nos muitos meses em que passou na estrada, fez uma parte do trajeto com sua mulher Bianca, encontrou amigos, surpreendeu-se com a hospitalidade de gente simples, experimentou as mais exóticas comidas, viu paisagens deslumbrantes e colecionou inúmeras histórias. São 230 páginas recheadas de aventura, fotos e informações sobre os países visitados e relatos incríveis de uma viagem que ainda não terminou.

Você já ouviu falar da Ossétia do Sul, da Transnítria ou da Somalilândia? E da Abecássia ou de Nagorno-Karabakh? Sabe o que esses nomes estranhos têm em comum? São todos países independentes mas não reconhecidos pelas Nações Unidas. Ou seja, são países com fronteiras, bandeiras, populações, vistos, moedas próprias e sistemas de governo que não fazem parte dos 193 países-membros da ONU. Além desses absolutamente desconhecidos por grande parte da população mundial, figuram nessa lista também nomes bem mais familiares como a Palestina, o Kosovo, Caxemira, Tibete e Taiwan. O viajante Guilherme Canever visitou 16 países não reconhecidos pela ONU e nos presenteou com relatos, histórias e questionamentos sobre cada um desses lugares espalhados pelo mapa mundi. Ele conheceu gente, hospedou-se nas casas dos moradores, experimentou as comidas típicas, viajou de carona, visitou pontos turísticos. Viveu um pouco da cultura, observou os hábitos desses “não-cidadãos de países não-existentes” e transformou toda essa experiência em um livro que, embora seja provocativo, é muito gostoso de ler. O livro começa com a explicação do que faz de um país ser “um País” e como surgem novos países. Em seguida, cada capítulo traz um “não-país” diferente, com sua localização no mapa, suas principais características, o relato de sua experiência em cada um deles, dicas do que fazer por lá e outras curiosidades.
O prefácio é assinado por Guga Chacra, mestre em Relações Internacionais pela Universidade de Columbia, comentarista do Globo News em Pauta em Nova York e blogueiro de EUA e Oriente Médio do Estadão.

Paulo Coelho já inspirou mais de 200 milhões de leitores por todo o mundo com este romance encantador. Esta história, brilhante em sua simplicidade e com uma sabedoria que nos estimula, é sobre um jovem pastor da Andaluzia chamado Santiago que viaja de sua cidade natal na Espanha para o deserto do Egito em busca de um tesouro escondido perto das Pirâmides. Ao longo do caminho, ele encontra uma cigana, um homem que se diz rei e um alquimista, que lhe indicam a direção para a sua busca. Ninguém sabe que tesouro é esse, ou se Santiago será capaz de ultrapassar os obstáculos de seu trajeto. Mas o que começa como uma jornada para encontrar bens mundanos se transforma na descoberta do tesouro que se encontra dentro dele mesmo. Emocionante e profundamente humano, este clássico contemporâneo é um testamento eterno do poder transformador dos nossos sonhos e da importância de ouvirmos nossos corações.

Desde o instante em que Rômulo Wolff e Mirella Rabelo abandonaram o universo corporativo, sabiam que, para ter sucesso, era preciso um ingrediente principal: compromisso. Eles decidiram se aventurar pelo mundo e, após centenas de milhares de quilômetros superados, criaram um modelo de negócio diferenciado. Depararam-se com inúmeros imprevistos, mas descobriram que, quando você entrega algo para a estrada, a estrada lhe retribui. Este foi o combustível que guiou o casal para o sucesso nos trabalhos que desenvolvem on-line. Com uma bagagem de mais de três anos viajando de carro pelo mundo, contabilizam histórias de superação, improvisação e empreendedorismo, agora compartilhadas nas páginas deste livro. Uma viagem que não tem fim.

Sete mulheres, cada uma viajando – sozinha – por um canto diferente, compartilham suas histórias. Samantha aventurou-se nas trilhas e cachoeiras da Chapada Diamantina, na Bahia, descobrindo mais sobre si e seu corpo. Gabi foi de ônibus ao ponto mais ao sul do continente americano, na Patagônia argentina, superando medos e inseguranças. Danieli, deficiente visual, embarcou para Nova York a fim de conhecer e treinar seu cão-guia. Louise ansiava por assistir a shows de rock na Alemanha, e para isso viajou de carona e dormiu em sofás de desconhecidos. Gabriella explorou a Tailândia, o Vietnã, o Laos e o Camboja, onde teve encontros memoráveis com outras mulheres. Priscilla fez um intercâmbio na Austrália, encarando trabalhos bizarros para se manter por lá. Tamy demonstrou ser uma verdadeira expedicionária ao ir do Quênia à África do Sul, passando Tanzânia, Zimbábue, Botsuana e Namíbia. E assim, no Brasil, na América do Sul, na América do Norte, na Europa, na Ásia, na Oceania e na África, essas bravas mulheres percebem a força que têm e comprovam onde é o lugar delas: no mundo.

Quem nunca sonhou em viver a vida sem destino? Viajar, desfrutando da liberdade de poder estar onde e com quem quisesse a cada instante, procurando extrair o máximo de cada dia? Para Mayke Moraes, este sonho era uma promessa de vida que precisava ser cumprida. Inquieto, encontrou a paz na turbulência de cada canto do mundo que visitava, com suas cores, cheiros e expressões únicas. Corajosamente, o jovem embarcou numa viagem que o levou a 54 destinos absolutamente distintos entre si. Desvendando novas culturas, alcançou aspectos da vida que passam despercebido para quem nunca sai do lugar. O livro conta aventuras, paixões, emocionantes descobertas, relances de autoconhecimento, flertes com a espiritualidade. Tudo isso faz dele um relato maior do que um guia de viagem ou um manual para quem gosta de botar o pé na estrada: trata-se de um livro para quem curte viver. E viver intensamente, respirando novos ares sem medo do que o amanhã pode trazer. Sem medo de se entregar com paixão ao agora. Sem medo de encarar tudo que o destino pode trazer.

Mulheres que viajam sozinhas com certeza já ouviram essa pergunta. Seja em outro continente ou na cidade vizinha, é sempre um ato de coragem decidir conhecer um lugar por conta própria. Neste livro, Gaía Passarelli fala com sinceridade e bomhumor sobre suas aventuras sozinha pelo mundo. Ela não vai te dizer pra largar tudo e sair por aí, nem te dar dicas de como ser cool em Nova York. Estas são histórias sobre ser consolada por um xamã andino, molhar os pés nas águas do mar do extremo sul da Índia e dormir debaixo de uma mesa de bar no Texas. É sobre viajar e voltar pra casa. Acima de tudo, este é um livro que fala sobre ser mulher e, ao mesmo tempo, ser livre pra viajar por aí sem companhia, sem medo e sem preconceito.

Elizabeth Gilbert estava com quase trinta anos e tinha tudo o que sempre quis: um marido apaixonado, uma casa nova e espaçosa, o projeto de ter filhos e uma carreira de sucesso. Mas ao invés de sentir-se feliz e realizada, sentia-se confusa, triste e em pânico.
Enfrentou um divórcio, uma depressão debilitante e outro amor fracassado. Até que decidiu tomar uma decisão radical: livrou-se de todos os bens materiais, demitiu-se do emprego, e partiu sozinha para uma viagem de um ano pelo mundo.
O objetivo de Gilbert era visitar três lugares onde pudesse examinar aspectos de sua própria natureza, tendo como cenário uma cultura que, tradicionalmente, fosse especialista em cada um deles. Assim, decidiu explorar a arte do prazer na Itália, a arte da devoção na Índia, e, na Indonésia, a arte de equilibrar as duas coisas.
Escrito com ironia, humor e inteligência, o best-seller de Elizabeth Gilbert é um relato sobre a importância de assumir a responsabilidade pelo próprio contentamento e parar de viver conforme os ideais da sociedade. É um livro para qualquer um que já tenha se sentido perdido, ou pensado que deveria existir um caminho diferente, e melhor.

Escrito por André Fran, um dos quatro apresentadores do programa exibido pela Multishow, Não conta lá em casa relata viagens para os mais excepcionais destinos do mundo. Destinos como Tuvalu, uma ilha-país que está, literalmente, prestes a sumir do mapa – devido aos efeitos do aquecimento global – e países que estão em situação de conflito, como Somália e Etiópia. Uma obra repleta de fotos fascinantes, histórias que divertem e emocionam.

Há belezas inigualáveis no nosso planeta. Vivenciá-las é um exercício que inclui descobrir outros lugares, línguas, culturas e pessoas. Mais do que um guia de viagens, 1.000 lugares para conhecer antes de morrer é um catálogo para essas experiências memoráveis.

Desfrutar os temperos, cores e aromas do Yacout, no Marrocos. Arrebatar-se com a beleza das esculturas de gelo do Festival de Neve de Sapporo, no Japão. Sobrevoar Masai Mara em um balão e assistir a milhares de gnus percorrerem o Serengeti. Aproveitar a mesma paisagem que inspirou Miró, na costa de Amalfi, na Itália. Estar presente no Festival Internacional de Cinema de Toronto, no Canadá. Navegar pelo rio Negro até seu encontro com as águas do Solimões, formando o rio Amazonas.

Cada verbete deste guia atualizado, ampliado e com imagens coloridas ajudará sua viagem a ficar completa, informando a época mais apropriada para visitar o destino escolhido, assim como os melhores restaurantes e os hotéis mais elogiados da região.

Entre ruínas sagradas, recifes de corais, praias desertas, trilhas, óperas, castelos e museus, o mundo está a seu alcance para ser descoberto. Então faça sua lista de lugares preferidos, arrume suas malas, pegue seu passaporte e boa viagem.

O que possibilitou ao Homo sapiens subjugar as demais espécies? O que nos torna capazes das mais belas obras de arte, dos avanços científicos mais impensáveis e das mais horripilantes guerras? Nossa capacidade imaginativa. Somos a única espécie que acredita em coisas que não existem na natureza, como Estados, dinheiro e direitos humanos. Partindo dessa ideia, Yuval Noah Harari, doutor em história pela Universidade de Oxford, aborda em Sapiens a história da humanidade sob uma perspectiva inovadora. Explica que o capitalismo é a mais bem-sucedida religião, que o imperialismo é o sistema político mais lucrativo, que nós, humanos modernos, embora sejamos muito mais poderosos que nossos ancestrais, provavelmente não somos mais felizes. Um relato eletrizante sobre a aventura de nossa extraordinária espécie ? de primatas insignificantes a senhores do mundo.

Certos lugares ao redor do mundo tocam a alma profundamente. Através dos tempos adquirem uma rica significação simbólica e se tornam locais sagrados para diversas culturas e religiões. Cem desses fantásticos refúgios – de monumentos naturais, como o Canyon de Chelly, nos EUA, a complexos arquitetônicos de templos, como Angkor Wat, no Camboja – são apresentados em textos meditativos e fotos impressionantes, trazendo à tona uma inspiração para viagens reveladoras e diferenciadas.

André Silva

André, 33 anos, cidadão do mundo. Apaixonado pelo novo. Sempre arruma tempo pra viajar e acredita que a coisa mais importante da vida é acreditar nos sonhos. Clique no nome para conhecer melhor o viajante!

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